Se você tratasse seus amigos da maneira que trata seu filho, quantos amigos te restariam?

Atualizado: 19 de jan. de 2020


Você é do time que pensa “criança não tem querer”? Pensa que um tapinha só não faz mal? Que enquanto a criança não paga as próprias contas, e vive “embaixo do seu teto”, precisa fazer as coisas exatamente como você quer?



Lhe convido a fazer a seguinte reflexão: se você tratasse os seus amigos da maneira como trata seus filhos, quantas amizades restariam? Tratar uma criança com respeito e liberdade de escolha não tem nada a ver com criar filhos mimados, preguiçosos ou sem limites. Não estou dizendo que seu filho não precisa de horários, combinados e aprender a ter disciplina. Não quero que ele viva a base de doces, não precise ir à escola e possa deixar os brinquedos espalhados pela casa toda - enquanto risca as paredes. . Trata-se de criar um ser humano que crescerá sentindo-se amado e respeitado em suas escolhas... que terá sua auto estima desenvolvida, e também saiba colocar limites quando preciso. Que tenha resiliência e empatia, pois cresceu se sentindo ouvido e respeitado. Um ser humano incrível! Eu acredito que é possível mudar a forma que educamos nossos filhos. Vamos juntos?! 🤩 Texto por Bárbara Olsen Cecatto @criarcomempatia Mestre em Psicologia Clínia e especilista em Inteligência Emocional


#neurocompativeis #neurocompativel #cnv #disciplinapositiva #educacaorespeitosa #emocoes #respeito #filhos #maternidadereal #maeforadacaixa




119 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo

Se fossemos definir a empatia, poderíamos dizer que é a habilidade socioemocional de se colocar no lugar do outro, sentir como ele. Uma expressão bem conhecida do inglês para exemplifica-la é o “walk